Manaus, 23 de Maio de 2017
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Lançamento de app que auxilia no tratamento de pacientes com malária completa um ano nesta terça

O aplicativo Malariatrat completa um ano nesta terça-feira (25), Dia Mundial da Malária. Desenvolvido pela empresa Processamento de Dados Amazonas S. A. (PRODAM), o aplicativo permite que os profissionais da saúde tenham acesso universal ao protocolo do Ministério da Saúde, com todos os dados referentes à forma mais adequada para o tratamento de pacientes diagnosticados com a doença.

Disponível para download na loja Play Store, para usuários do sistema operacional Android, o app é ferramenta para profissionais que atuam em mais de cem laboratórios espalhados pelo Estado, substituindo o folder e o livreto normalmente utilizados.

Através dele, os profissionais fazem o cálculo da medicação de acordo com o peso e idade do paciente e o tipo de malária diagnosticada. E ainda traz informações sobre Doença de Chagas, Tuberculose e deficiência de Glicose 6-Fosfato Desidrogenase (G6PD). 

Sintomas e Tratamento

A malária é causada por um parasita do gênero Plasmodium, transmitida pela picada de mosquitos infectados. Febre alta, sudorese e calafrios, palidez, cansaço, falta de apetite e dores na cabeça e em outras regiões do corpo são os principais sintomas, que podem se manifestar geralmente algumas semanas após a picada.

O diagnóstico é feito através de uma pequena amostra de sangue e o tratamento deve ser iniciado o mais rapidamente possível, para evitar complicações como anemia, icterícia e mau funcionamento dos órgãos vitais.

A prevenção consiste em evitar picadas do mosquito, fazendo o uso de repelentes, calças e camisas de manga longa, principalmente no período de fim da tarde e início da noite. Evitar o acúmulo de água parada a fim de impedir o depósito de ovos e nascimento de novos mosquitos é outra forma de evitar a malária.

Dados locais

De acordo com dados da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), cerca de 80% dos casos de malária no Amazonas são oriundos de 11 municípios. Até março de 2017 foram registrados 12.775 casos da doença, sendo que São Gabriel da Cachoeira é responsável por 2.751 casos (21,53%), Santa Isabel do Rio Negro com 1.781 casos (13,94%), Barcelos com 1.552 casos (12,15%),  Manaus com 1.486 (11,63%),  Guajará com 773 casos (6,05%), Presidente Figueiredo com 483 casos (3,78%), Lábrea    com 356 (2,79%), Coari com 355 casos (2,78%), Careiro da Várzea 270 casos com (2,11%), Humaitá com 268 casos (2,10%) e Atalaia do Norte com 246 casos (1,93%).